Cobertura Especial MyInova Summit 2018

Parceria de negócios marca a edição 2018 do My Inova Summit

A Rodada de Negócios foi um dos pontos altos da sétima edição do ParanáTIC, que em 2018, se transformou no My Inova Summit, realizado em Foz do Iguaçu, com o patrocínio da Itaipu Binacional.

“Estabelecemos vínculos nos três dias de evento. Houve muita conversa, muito diálogo para que se tenha parcerias não apenas no Paraná, não apenas no Brasil,mas também no mercado internacional”, avaliou o presidente da Assespro Paraná, Adriano Krzuy.

A edição 2019 já está em organização e tem data confirmada para os dias 21 a 23 de agosto, em Foz do Iguaçu. Assistam a entrevista.

Fonte: Convergência Digital.

Paraná fecha três acordos inovadores com a União Europeia

Por conta da solidez da estratégia de governança de TI no Estado, o Paraná fechou três acordos com a União Europeia voltados para o fomento de inovação e desenvolvimento econômico, revela Izoulet Cortes Filho, diretor da Assespro Paraná.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz de Iguaçu, conta que Valencia, na Espanha, e a região de Wielkopolska, Polônia, se tornaram parceiras do Paraná, principalmente na área de TICs e em uso de tecnologia embarcada.

Segundo Izoulet Cortes Filho, o Paraná entrou em uma rota de desenvolvimento em Estratégias de Especializações Inteligentes (Smart Specialisation Strategies – S3), modelo europeu centrado no desenvolvimento de base econômica em processos produtivos, em territórios, presente em mais de 20 países e 180 regiões, extrapolando o solo europeu. Assistam a entrevista com o diretor da Assespro.

Fonte: Convergência Digital.

Blockchain vai pagar imposto no Brasil

O Blockchain vai pagar imposto no Brasil e como tem forte similaridade com o software, deverá ser alvo de disputas de tributos como ocorre hoje em relação ao ICMS e ao ISS no software, adverte o advogado e consultor tributário da ROIT, Cleiton Sacoman.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, concedida durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, com organização da Assespro Paraná, o especialista adverte para o limbo jurídico que está por vir. “A tecnologia avançou muito rápido. O Banco Central não reconhece a criptomoeda como moeda, mas como ativo econômico, passível de cobrança de impostos e isso determina uma legislação que hoje não existe”, relata o advogado.

Com relação à bitcoin como meio de pagamento, Sacoman diz que ela paga imposto como ganho de capital. Ou seja, até R$ 35 mil não há qualquer incidência de tributos, mas a partir de R$ 35.001, haverá de se pagar, na pessoa física, de 15% a 27,5%. Assistam a entrevista com Cleiton Sacoman.

Fonte: Convergência Digital.

Brasil não pode ser um mero importador de Tecnologia em Internet das Coisas

O Brasil precisa transformar o Plano Nacional de Internet das Coisas em uma política de Estado para não ser um mero importador de tecnologia, adverte o gerente de Marketing de Produto do CPqD, Maurício Casotti. Segundo ele, a indústria nacional precisa, e rápido, entender o modelo de negócio para se inserir no ecossistema global.

“Temos que ser muito ágeis. Não pode a indústria nacional deixar passar essa onda. Os players globais estão trazendo suas soluções, mas elas não se adequam à nossa realidade” acrescentou. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, Cassoti, que ministrou uma palestra sobre o impacto da Internet das Coisas, disse que prefere chamar Internet das Coisas de Integração das Coisas.

“O ecossistema tem de ser fortalecido, mas boa parte da indústria não sabe trabalhar em coopetição, ou seja, com competição e colaboração, para viabilizar o fomento das aplicações”, observou. O CPqD aposta no open source, especialmente, na plataforma Dojot. “Não basta o CPqD fazer sozinho, ou uma indústria sozinha. Tem que ser todo mundo junto. Digo sempre: Internet das Coisas é tão grande que há espaço para todo mundo”. assistam a entrevista com Maurício Casotti.

Fonte: Convergência Digital.

Paraná reforça governança e se torna 2º estado mais exportador de TI

O estado do Paraná colhe os frutos de ter adotado uma política em prol da governança de TI e, hoje, já se tornou o segundo estado mais exportador de TI do Brasil, perdendo apenas para São Paulo. O coordenador da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzotto, diz que a política de governança de TI pensa a internacionalização das empresas do Estado, mas, principalmente, a consolidação de uma estrutura que permita a continuidade dos negócios nos próximos 30 anos.

“A governança de TI é independente da questão política e tem de continuar assim. Ela precisa ser sempre uma meta do Estado, com a participação do governo, do setor privado e da academia. Todos os atores construíndo um setor de TI mais forte”, explica Razzotto, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu.

A persistência do Paraná em solidificar uma governança de TI atrai a atenção de outros Estados e também de outros países. Portugal, por exemplo, já fechou acordos com empresas paranaenses.”A União Europeia nos escolheu para firmar acordos e eles são bastante seletivos”. Assistam a entrevista com Evandro Razzotto.

Fonte: Convergência Digital.

Parque Tecnológico Itaipu caça talentos para inovação pública

A inovação só faz sentido se for para resolver os problemas do dia a dia dos municípios e dos seus moradores para melhorar a qualidade de vida, observou o presidente do Parque Tecnológico de Itaipu, Jorge Augusto Callado, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, antigo ParanáTIC, realizado pela Assespro Paraná, em Foz de Iguaçu, nesta quarta-feira, 02/08.

Uma das medidas em curso é a unificação do portal de transparência dos municípios do Oeste do Paraná, criado a partir de uma parceria estabelecida com o Ministério Público do Paraná. O PTI desenvolveu um software, batizado de Gestão Pública Livre, que busca disponibilizar as informações de modo facilmente acessível para o público em geral. O cronograma do projeto prevê que até junho de 2019 todas as prefeituras e câmaras envolvidas estejam utilizando o modelo de portal baseado no software.

“Acreditamos muito no modelo de parcerias, como o que estamos fechando com o setor público e o privado. Também temos uma grande aposta na capacitação de pessoal, sempre com o incentivo da nossa mantenedora, a Itaipu Binacional”, afirmou Callado. Para ser um hub de inovação do Paraná, o Parque Tecnológico Itaipu prioriza a capacitação de pessoal.

“Precisamos de talentos e de pensadores que queiram resolver problemas do dia a dia. A gestão pública precisa acontecer para melhorar a qualidade de vida do cidadão dos municípios. Tecnologia é para melhorar a qualidade de vida”, reforça o presidente do Parque Tecnológico de Itaipu. Assistam a entrevista com Jorge Augusto Callado, feita no My Inova Summit.

Fonte: Convergência Digital.

Transformação digital exige uma nova postura dos fornecedores de Tecnologia

A transformação digital exige que as empresas fornecedoras mudem o seu olhar para a tecnologia e, principalmente, para os modelos de negócios, diz o presidente da Assespro Paraná, Adriano Krzyuy, organizador do My Inova Summit, que até o ano passado, era o ParanáTIC.

“Mudamos o nosso evento, que chegou a 7ªedição, para adaptarmos às novas necessidades do mercado. Não tem mais como Inteligência Artificial, Blockchain e IoT não estarem no plano estratégico das empresas desenvolvedoras de TI”, explica Krzyuy.

Em entrevista à CDTV, do Convergência Digital, o presidente da Assespro Paraná admite que essa guinada das empresas fornecedoras não é simples, uma vez que muitas estão numa zona de conforto e com seus modelos de negócios estabelecidos. “Não é fácil investir na mudança interna”, admite o executivo.

Indagado sobre como se deve fazer para que TICs entrem na prioridade de Governo, Adriano Krzyuy diz que TICs é prioridade de Estado. “Ela está além do governo. Ela é um vetor de desenvolvimento. Há muitas políticas públicas precisam ser implementadas”. Assistam a entrevista com o presidente da Assespro Paraná.

Fonte: Convergência Digital.

Assespro se reposiciona para atrair ecossistema de TI e Inovação

A Assespro anunciou nesta quinta-feira, 02/08, no My Inova Summit, evento realizado pela Assespro Paraná, em Foz do Iguaçu, um reposicionamento de atuação, e por consequência, também de marca. Aos 42 anos, a Federação Assespro, com presença em 15 estados e com a associação de mais de 2000 empresas, quer unir a maturidade das companhias tradicionais à inovação das startups nacionais e estrangeiras.

“O ecossistema de TI e Inovação no Brasil ainda é muito novo. Podemos fazer mais se houver uma união de esforços”, explica Ítalo Nogueira, presidente da ASSESPRO Pernambuco/Paraíba e Diretor Nacional de Startups em entrevista à CDTV, do Convergência Digital. A entidade, inclusive, vai trabalhar para massificar junto ao setor o slogan: “Juntos somos mais”, para assegurar um lugar de destaque às TICs nas estratégias e políticas públicas.

O reposicionamento da marca é uma das ações para marcar o novo posicionamento da Assespro. A mudança de identidade foi idealizada pela Diretora Adjunta de Marketing e Comunicação da ASSESPRO São Paulo, Roberta Cipoloni Tiso, com colaboração da equipe multifuncional da Agência Buzz Strategy. “Não se trata apenas de uma mudança de ‘logo’, o que está sendo proposto é um conjunto de elementos que passam a simbolizar a marca, bem como suas atitudes, articulações, ações, contatos, canais e comunicação”, explica Roberta.

Com relação ao Governo, a Assespro quer mostrar que TIC é transversal a qualquer ação e vertical produtiva da economia brasileira. “Não há como o governo fazer a transformação digital sem TIC. É importante que as autoridades entendam que cada Real investido em TIC, muitos reais serão retornados para a sociedade”, diz Ítalo Nogueira. Assistam a entrevista com o presidente da ASSESPRO Pernambuco/Paraíba e Diretor Nacional de Startups.

Fonte: Convergência Digital.

Paraná coordenará rotas de TI com Inteligência Artificial no Brasil

O Parque Tecnológico de Itaipu e o Ministério da Integração Nacional vão assinar, ainda em agosto, um convênio onde o PTI assume a coordenação das rotas de Tecnologia da Informação em Inteligência Artificial para as rotas produtivas no Brasil. O PTI, antecipa o gerente de TI, Carlos Araújo, dará suporte técnico nacional para que essas rotas possam otimizar os negócios a partir do uso de IA. “É permitir que os negócios fluam de forma mais eficiente nas rotas dos suínos, no Nordeste, na rota do Cacau, na Bahia, em todas as rotas de negócios voltados para o desenvolvimento econômico regional do Brasil”, antecipa Araújo

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, o gerente de TI do Parque Tecnológico de Itaipu diz que o PTI também atua como uma nuvem. “Nós damos suporte a clientes como o Ministério Público, o Tribunal de Contas do Estado e para a Conferência Nacional de Municípios, para quem estamos desenvolvendo um software de gestão público voltado à transparência, em plataforma open source”, explica.

O PTI trabalha para ser o hub de inovação do Paraná, mas o desafio maior é transformar o Estado em referência internacional em TI em 2035. “Essa iniciativa tem como pilar a governança de TI. Um projeto que não é de governo, mas de Estado. É para ficar, não tem sabor político. O investimento acontece nas crianças do fundamental 1, com sete anos. Eles serão a geração que vai, de fato, mudar as coisas”. Assistam a entrevista com Carlos Araújo, do Parque Tecnológico de Itaipu.

Fonte: Convergência Digital.

Empreendedorismo brasileiro não pode ficar refém de ‘sabores políticos’

O empreendedorismo está no código genético do brasileiro e o Brasil está, sim, ‘na pista’, para se consolidar no mercado de Inovação, mas é preciso que se dê o protagonismo à iniciativa privada e se descole das ações do Governo, adverte o CEO da aceleradora OBr.global e vice-presidente de Relações Internacionais da Assespro, Robert Janssen.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, com organização da Assespro Paraná, Janssen deixa claro que o momento é o de ‘calibrar’ as relações no Brasil. “Temos que dissociar o empreendedorismo do governo, que tem de ser um coadjuvante nesse processo. Também temos que aproximar a Academia da iniciativa privada. Essa distância não pode mais ficar eterna”, observa.

Para o especialista- que mora nos Estados Unidos – o Brasil está finalizando a sua primeira onda de empreendedorismo, que é a de copiar algo que já aconteceu em países desenvolvidos. “Temos que partir para colocar o tempero nacional e depois fazer o nosso código genético para o mundo. Tenho convicção que Brasil está no topo dos países prontos para liderar a Inovação”. Assistam a entrevista com Robert Janssen.

Fonte: Convergência Digital.

Apagão de mão de obra exige o uso de robôs na segurança cibernética

O apagão de mão de obra especializada para Segurança da Informação abre espaço para o uso de robôs analistas na segurança cibernética nacional, afirma o consultor de Segurança da Informação, Paulo Pagliusi. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, o especialista observou que os hackers gostam de atacar em horários onde o custo do profissional é muito elevado.

“A maior parte dos ataques acontece de madrugada ou nos feriados. E ter um bom profissional atento nesses horários é muito caro. Além disso, temos carência de bons profissionais em segurança. Os robôs têm de ser vistos como aliados”, afirma Pagliusi.

Com relação à segurança, o especialista diz que os ataques em Internet das Coisas só vão acender o sinal amarelo quando ficarem sensíveis ao bolso e à reputação das marcas. Assistam a entrevista com Paulo Pagliusi.

Fonte: Convergência Digital.

Médias empresas de TICs estão largadas à própria sorte e sem políticas públicas

As médias empresas brasileiras- aquelas que não são grandes, mas também não são mais ‘pequenas’ ou mesmo ‘iniciantes’ – estão largadas à própria sorte e sem nenhuma política pública do governo, adverte o vice-presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional, Roberto Mayer. “E o mais agravante é que são essas médias empresas que mais contratam”, lamenta o executivo. “Uma parte está sendo comprada pelas grandes e outra está decidindo voltar a ser startup para pegar algum benefício do governo”, acrescenta.

A situação da média empresa de TI do Brasil foi apurada no Censo das empresas de TIC no Brasil, divulgado pela Assespro Nacional e pela ALETI (Federação Ibero-Americana das Entidades de Tecnologia da Informação). O retrato tomou como base 500 empresas no Brasil e em outros 24 países, especialmente nas Américas, entre as quais predominam negócios maduros (40% criados entre 1991 e 2000), mas surgem novidades (2% nasceram depois de 2016). E comprova que esse é um segmento no qual predominam as pequenas e médias – 46% faturam de R$ 540 mil a R$ 5,4 mi ao ano. No conjunto, 44% das empresas do setor cresceram até 25% no ano passado.

O estudo revelou ainda que 18% das empresas contrataram entre 10% a 25% mais empregados (eram 12% nesse ritmo em 2015). E como a reforçar que predomina a abertura de novas vagas, enquanto em 2015 10% do setor indicava cortar de 10% a 25% dos postos, no ano passado apenas 4% das empresas indicaram essa mesma situação.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, Roberto Mayer, fala do momento das médias empresas de TI e diz que a última grande política pública para TICs foi a privatização do setor de Telecomunicações, há 20 anos. Assistam a entrevista com Roberto Mayer.

Fonte: Convergência Digital.

Obrigações acessórias em cloud colocam empresas na mira da Receita

As empresas precisam ter um cuidado redobrado com as obrigações acessórias tributárias, muito em função da burocracia do Brasil, adverte o contabilista e sócio da ROIT Consultoria e Contabilidade, Waldir de Lara Junior.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, o especialista disse que há obrigações a serem cumpridas.

“Se não tomar cuidado, as empresas podem sofrer penalidades pesadas da Receita Federal”, salientou. O uso da nuvem pública- muitas vezes com pagamento em cartão de crédito internacional pessoal do dono da empresa – também requer muita atenção. Assistam a entrevista com Waldir de Lara Junior.

Fonte: Convergência Digital.

Fabricantes tornam Internet das Coisas um ambiente sem segurança

O ambiente de Internet das Coisas não é seguro do ponto de vista de segurança da Informação, adverte o especialista na área e sócio da KPMG, Paulo Pagliusi, que participou do My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu, com organização da Assespro Paraná.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Pagliusi responsabiliza os fabricantes por essa insegurança. “Eles não se falam e não têm um ponto de equilíbrio em relação à Segurança da Informação”, diz. O especialista acrescenta que é crucial que novas padronizações sejam aprovadas para permitir uma gestão e uma governança efetiva para o ambiente de Internet das Coisas. “O compliance é absolutamente necessário para assegurar o bom resultado da IoT”.

Sobre o papel do Brasil, Pagliusi afirma que ‘depende de nós’ ter um lugar de destaque na revolução 4.0. “Basta fazermos a lição de casa. Ou seja: unirmos os nossos talentos jovens aos talentos da maturidade. A soma dos dois fará a inovação dar certo”. Assistam a entrevista com Paulo Pagliusi.

Fonte: Convergência Digital.

Rival do WhatsApp, gaúcha Rocket.chat interliga 150 mil servidores

A gaúcha Rocket.chat cresceu e apareceu com uma plataforma open source de mensageria corporativa. Hoje a companhia interliga mais de 150 mil servidores e contabiliza mais de 10 milhões de usuários. Os próximos passos são o de lançar ainda em 2018 uma solução de meio de pagamento via a ferramenta e desenvolver uma solução nativa para identificar e armazenar dados de mensagens dentro do blockchain.

“Começamos em Porto Alegre, mas, hoje, somos uma empresa global com sede no Brasil e nos Estados Unidos. Nossa força de trabalho está distribuída pela Inglaterra, EUA, Austrália, e vamos ter também pessoas na Índia e na Ásia, além do Brasil”, conta Diego Dorzam, desenvolvedor de chatbots para a Rocket.chat. Com relação a esse mercado, o especialista se mostra pragmático.

“Os chatbots viraram uma febre porque reduzem custos e são simpáticos às pessoas, mas não se pode desenvolver um chatbot como se programa um website, um menu de telefone ou um aplicativo. No chatbot a ferramenta tem de atender a pessoa e não ao contrário”, informa Dorzam. O sucesso da Rocket.chat, que conseguiu investidores internacionais está muito ligado ao uso da platforma open source.

“No Brasil, os investidores por precisarem do retorno rápido do aporte, normalmente, pedem para fechar a plataforma. Nós tivemos um apelo para manter o suporte e o desenvolvimento open source. Aqui a busca pelo lucro é muito rápido”, salienta. Diego Dorzam também fala sobre Inteligência Artificial em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, concedida durante o My Inova Summit, realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz do Iguaçu. Assistam a entrevista.

Fonte: Convergência Digital.

Telefônica briga pelo mercado de big data com Facebook e Google

A Telefônica/Vivo tem 75 milhões de clientes e uma base maior que a do Facebook e do Google e está, sim, disputando o mercado de big data com essas empresas nos negócios orientados a dados, revela o responsável pela Telefônica/LUCA, David Theodore O’Keefe.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, após apresentação no My Inova Summit, evento realizado pela Assespro Paraná, em Foz do Iguaçu, O’Keefe reforçou que transformação digital é entregar o produto certo, para o cliente certo, no momento certo.

“Se alcançarmos esses processos, estamos adequados à transformação digital. O cliente tem o produto na hora que quer e precisa”, afirma O’Keefe. Sobre a Lei de Privacidade de Dados Pessoais, a Telefônica LUCA se posiciona de forma favorável. “Temos que trabalhar com regras do jogo estabelecidas. A privacidade é um direito do cidadão e tem de ser respeitada”.

A unidade orientada a dados está atuando no Brasil há quatro anos e tem, entre as suas funções, ofertar big data como serviço. Assistam a entrevista com David Theodore O’Keefe.

Fonte: Convergência Digital.

Blockchain é a globalização para países como o Brasil

Blockchain é a globalização para países como o Brasil por permitir romper as fronteiras de mercados tradicionais como o financeiro, observou o empreendedor Henry Liu, que veio ao Brasil para participar do My Inova Summit, evento realizado nos dias 02 e 03 de agosto, em Foz de Iguaçu, e realizado pela Assespro Paraná. Liu mora, hoje, nos Estados Unidos (Austin, Texas), mas já viveu no Japão, China e em Boston, todos envolvidos com companhias startups de TI.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Liu diz que blockchain é absolutamente seguro como o é também a bitcoin. “Na verdade, a bitcoin protege o cidadão e abre novos serviços financeiros”, afirmou. O especialista contou que negócios tradicionais estão se rendendo ao blockchain. Ele exemplificou com o forte investimento do Agricultural Bank of China (ABC) que aportou mais de US$ 300 milhões para usar o blockchain como meio de conquistar desbancarizados da área rural chinesa.

Henry Liu tem um ponto de vista taxativo: blockchain precisa ser pública e baseado em Open Source para trazer os resultados esperados. Ele adverte ainda que o momento é de mudança para os fornecedores tradicionais de tecnologia. Assistam a entrevista com Henry Liu.

Fonte: Convergência Digital.

Informação é essencial para evitar a ‘morte’ de uma PME

Os empreendedores brasileiros precisam entender que investir em sistemas de informação é crucial para o negócio sobreviver, afirma o Coordenador estadual do Programa de TI Software do Sebrae/PR, Emerson Cechin. O especialista participou do My Inova Summit, que acontece nesta sexta-feira, 02/08, em Foz do Iguaçu, com a organização da Assespro Paraná.

Para Emerson Cechin, o momento é de as empresas entenderem, com o suporte do Sebrae, do impacto provocado pelos negócios digiais nos distintos modelos de negócios. “É um consenso que o desenvolvimento das TICs impulsiona os demais setores. Potencializar as ofertas é estratégico”.

Em entrevista à CDTV, do Portal Convergência Digital, o executivo do Sebrae/PR, reforça que o alto índice de mortalidade nas PMEs só é combatido quando essas empresas entendem o papel da TI nos seus negócios. Assistam a entrevista.

Fonte: Convergência Digital.

Brasil requer uma agenda única para migrar à indústria 4.0

O Brasil precisa construir o quanto antes uma agenda única para tirar o atraso na jornada à indústria 4.0, advertiu o vice-presidente da Schneider Electric, Cristiano dos Anjos, ao participar do My Inova Summit, que acontece nesta quarta-feira, 02/08, em Foz do Iguaçu, organizado pela Assespro Paraná. O executivo lembrou que mesmo entre as grandes empresas o percentual de adesão à digitalização fica aquém do desejado.

Nas PMEs, ela praticamente inexiste. “O que é um risco. Se o negócio da empresa não está conectado ao cliente, ele vai morrer”, ressalta Cristiano dos Anjos, em entrevista à CDTV, do Convergência digital. Pesquisa recente feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que, nos últimos dois anos, aumentou em 10 pontos percentuais o número de grandes indústrias brasileiras que utilizam tecnologias digitais. Entre o início de 2016 e o de 2018, o percentual das empresas que utilizam pelo menos uma das 13 tecnologias digitais consideradas nas entrevistas passou de 63% para 73%. Entre as 632 ouvidas, 48% pretendem investir em recursos da Indústria 4.0.

Os números comprovam, acrescenta Cristiano dos Anjos, que é urgente evangelizar as empresas para digitalizar seus negócios. “É catequisar mesmo, é mostrar que digitalização não é um hype, não é uma moda. Ela veio para ficar”, salienta. Ao ser questionado sobre o que é preciso fazer para que o governo entenda TICs como prioridade. “O mais importante de tudo é que as políticas públicas tenham começo, meio e fim. Elas precisam ser de longo prazo e não serem mudadas conforme as trocas no poder”. Assistam a entrevista com o VP da Schneider Electric, Cristiano dos Anjos.

Fonte: Convergência Digital.