Assespro-Paraná realiza Workshop sobre Políticas Públicas no setor de TI

Na tarde de segunda-feira (26/03) a Assespro-PR ofereceu um Workshop sobre Políticas Públicas no setor de TI. O encontro foi aberto às empresas associadas e para toda a comunidade com interesse nos assuntos do setor de Tecnologia da Informação. A oficina aconteceu no auditório da Assepro-PR na Agência PUC – Prado Velho, e foi ministrada pela Foco Assessoria e Consultoria.

Segundo o diretor presidente da Assespro-PR, Adriano Krzyuy, o objetivo do workshop foi sensibilizar os empresários do setor TI, apresentando os diversos assuntos do ramo que estão em discussão. “Foram apresentados mais de 850 projetos que hoje impactam o setor de TI, nós precisamos trabalhar de maneira diferente com a política, de modo propositivo, com estudos e números para que isso promova bons resultados e desenvolvimento para o país”, relata.

Ainda de acordo com Krzyuy, vale ainda destacar que a tecnologia em todos os âmbitos globais vem mudando os mercados e a economia, sendo assim é através das políticas públicas que o setor de TI pode ser o principal vetor de desenvolvimento do Brasil. Para que isso aconteça, é necessário atuar fortemente em políticas públicas que beneficiem toda a sociedade.

A oficina foi ministrada pelo diretor da Foco Assessoria e Consultoria, Luis Henrique Macedo Cidade, e pelo cientista político, Renato Matos Roll. Ambos abordaram os temas mais relevantes que impactam as empresas de TI no Brasil: a importância da atuação das entidades sobre o processo de construção de políticas públicas, os principais temas em discussão no Congresso Nacional para o setor de TI e as principais ações da Assespro no Congresso Nacional.

O palestrante Luis Henrique Macedo, conta que a origem do workshop é uma ideia das unidades regionais da Assespro que visam mostrar para os seus associados o trabalho que é realizado em Brasília na defesa dos interesses do setor, junto ao poder executivo e legislativo. “Nós buscamos levar as questões que são priorizadas pelas regionais e pela nacional e efetivamente buscar a adequação de iniciativas que eventualmente não estejam alinhadas para trazer resultados benéficos para o setor. Além de tentar promover maior engajamento das empresas associadas, fazendo com que elas participem efetivamente das discussões em busca de uma regulamentação positiva para o setor de Tecnologia”, explica.